segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Britcom 2





Valha-me Deus!

Goodness Gracious Me


Uma série, para mim, das mais originais neste género. O humor gira em redor da comunidade indiana que vive no Reino Unido. O interessante é que são os próprios indianos a brincar com os estereótipos da sua própria cultura.

(De repente, imaginei os portugueses fazem um programa semelhante, por exemplo, em França!)


Algumas frases e personagens são pegadiças. “Check please!”, as mães competitivas, ou a mulher que para tudo diz: "I can make it at home for nothing!"


Este video da Barbie Girl, adaptado ao estilo punjabi, é tão bem conseguido que cada vez que escuto os acordes da melodia, em qualquer altura que seja, lembro-me mais depressa desta versão do que da original dos Aqua.


sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Como começa um terrorista?



Está revoltado com o estado das coisas?
Por vezes tem vontade de fazer ir pelos ares uns quantos que andam a tramar este pais?

Acha que já chegou de conversa e isto só lá vai pela violência?


Se respondeu afirmativamente às 3 questões, sem pestanejar e sem hesitar…
Então, decididamente, está no caminho para se tornar um terrorista!
O que posso lhe dizer é que, antes de fazer alguma coisa, pense bem!

Pense bem, em primeiro lugar, no nome que vai usar. Está fora de questão usar o seu verdadeiro. Além de ser logo identificado, não existe memória de um nome português que tenha sido bem sucedido para um terrorista. Imagine a CIA andar á procura de um José Maria, de um Fernando Joaquim, de uma Maria de Fátima ou de um Alberto Cipriano.
(Hummm… decididamente, não tinha estilo!)

Livre-se também de usar um nome de código tradicional lusitano. Isso só fazia as pessoas rir e tirava todo o impacto dramático. Visualize na CNN anunciarem que o Zé do Telhado era procurado por fazer explodir uma embaixada. Alguém levava isso a sério? Ou o Ti Zé da Horta, a Maria Vesga, o Engrácio das Pevides ou Possidónio Maneta?

(Na…)


Assim, que para resolver esse problema preambular de uma actividade terrorista bem sucedida, existe agora um site para ajudar. Lá pode obter um nome de guerra, credível, para início da actividade. Está aqui.


Já aviso! Se um dia algum atentado for reclamado por um tal de “Abdalla The Kenyan” sou eu! Este é o meu nome de guerra!

(Yes!)

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Mozart

Uma música que me fez pular. Nostalgia a resmas.

Ai, as festas de garagem! Ai, as calorias perdidas ao som desta melodia!

(Falco, Falco…)

Prontos, também teve em mim um efeito cultural. Foi assim, que conheci melhor o grande compositor, Mozart. Junto com o filme do Milos Forman.

(Vou ficar por aqui a dar mais uns pulos e a recordar. Porque recordar é viver, mesmo quando se salta...)

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Inconvenientes da poligamia




No Antigo Testamento, o Rei Salomão foi o recordista: 700 mulheres e 300 concubinas!


domingo, 10 de agosto de 2008

Quando pensamos que já vimos tudo no reino da propaganda...




Não sei se isto é a sério ou uma comédia.

(Recebi por mail)

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Britcom

Sou um apreciador do humor britânico.
Começou bem cedo, ainda miúdo, não sei exactamente se com o ‘Allo 'Allo!' ou com o Benny Hill. Habituado ao humor português com o seu trocadilho brejeiro - “estão, como estás? Estou sentado!" - cedo me deixei seduzir especialmente pela série que passava-se na Segunda Guerra Mundial.

Certas expressões e personagens marcaram-me. Recordo aquela frase que dizia a Michelle, da resistência francesa: “escutem com atenção que só vou dizer isto uma vez”. Quantas vezes, em criança, a minha mãe dizia-nos algo parecido, e logo eu e o meu irmão, olhávamos um para o outro, e, lembrando-nos do ‘Allo, ’Allo! desatávamos a rir. Claro que depois, um correctivo ampliado não demorava! Ou os olhares matreiros que trocávamos por causa do quadro The Fallen Madonna (with the big boobies) que era um dos enredos centrais da série.

Segui esta série, deleitando-me com todos os personagens tão bem conseguidos. É daquelas séries que anseio arranjar em DVD para ver e rever, para rir do que já ri tantas vezes.


Bendito Youtube onde mato saudade!


quarta-feira, 6 de agosto de 2008

As crianças são o melhor do mundo!