terça-feira, 26 de agosto de 2008

Enola

Músicas que se apoderavam dos nossos músculos, começando pelo bater leve, mas compassado, do pé, até darmos por nós a abanar o capacete no meio de uma garagem transformada em pista de discoteca. Com a vantagem de ter mesas com sumos, sevenapes, sandes e bolinhos caseiros. Nessa época iniciei uma curta, mas memorável, carreira como DJ versão anos 80. Acompanhado do meu kit de LP's, singles de vinil e cassetes. Usufruía do que eram as vantagens do ambiente e tinha uma desculpa credível para não andar a dançar.

Este single de vinil foi dos mais usados. Acho que até ficou riscado. (Ironicamente na palavra gay, gay, gay...)



11 comentários:

Arion disse...

Era Deus-Nosso-Senhor a interpelar-te das alturas! (LOL) ;) Grande abraço!

Special K disse...

Tinha 10 aninhos e nunca me fartava de ouvir esta música. Ainda hoje adoro os OMD.
Um abraço

pinguim disse...

A tua capacidade de ironizar com uma situação ingrata é de realçar, meu amigo; se todos fossem assim...
Uma pequena e quase desapercebida "grande" lição.
Abraço.

Paulo disse...

OMD é incrível! é mesmo irónico aqui o gay! acho que deve ser um embaraço ter o nome a palavra, inclusive pelo horror de Hiroshima. mas a música fica, fica, repete, mantém-se. imortal. (e Forever Live And Die é igualmente incrível).

abraço!

carpe diem disse...

Muito bom ;)... Isto é que era música!!!! ;)...

beijinhos...

Kapitão Kaus disse...

Ai que saudades dessa música!

E o gozo que me deu o teu comentário!!!!

Abraço:)

Tongzhi disse...

Ui!!!
O que eu me fartei de abanar o capacete ao som desta música...
Bailes de garagem, discoteca Ouriço, na Ericeira e aos berros em casa!!!
Aposto que até a minha mãe se deve lembrar desta... coitada!!!!

sp disse...

Que saudades de um tempo que ao passar fica!!!

Um abraço assim...

Socrates daSilva disse...

Arion,
:-)))

Na altura ainda não tinha um dicionário para interpretar os presságios da santa providência. Abraço Grande!


Special K,
É realmente uma daquelas músicas que ficam. Também gosto deles como banda.
Abraço!


Pinguim,
Creio que se trata de uma espécie de defesa pessoal. Lá diz o povo: “Se não podes com eles, junta-te a eles”. Eu adapto: “Se algo te magoa, ri-te disso”. Não cura, mas por vezes, alivia um pouco.
Abraço!


Paulo,
OMD = Espectáculo!
A culpa da palavra gay estar aqui é dos americanos (para variar…). Só eles para incluirem esta palavra no nome dado a um mensageiro da morte!
Abraço!


Carpe diem,
Era mesmo! Benditos dias em que não existia tecno…
Bjs


Kapitão Kaus,
Compartilho as saudades. É tão bom e tão lusitano ter saudades!
Obrigado e ainda bem que te divertiste.
Abraço!


Tongzhi,
Era mesmo contagiante. Também foi das músicas que mais ouvia. Como tinha o single, era, literalmente: vira o disco e toca o mesmo!
É realmente uma época em que o amor de mãe é testado até aos mais elásticos limites!
LOL

Abraço!


Sp,
E fica mesmo, meu amigo! Creio que comigo vai acontecer o seguinte: quando for um velhinho sentado no banco de jardim, vou recordar mais nitidamente o que me aconteceu nestas ocasiões do que os acontecimentos da vida adulta. De certeza!
Outro abraço!

Catatau disse...

Olá, viva! :)
Esta música lembra-me as minhas primeiras férias sozinho no Algarve, só com o pessoal da escola. Era também a época do "La Folie" dos Stranglers - que gosto bem mais. Ui que tempos!...
Nessa altura ainda não tinha despertado para o que era e andava entretido com elas a dançar e ao engate (e andei por muito tempo, enfim...), mas os anos 80 foram uma época mágica de música dançável. Imagina que ainda havia slows nas discotecas! Meu Deus - estou jurássico!

Socrates daSilva disse...

Catatau,
Ora viva!
Isso é que foi boa vida. É a “La Folie” das férias…

É mesmo, andamos todos com saudades da pré-história, decerto.

Abraço