sexta-feira, 21 de novembro de 2008

As pontes (de Madison County ou de qualquer outro local)

Ontem na RTP1 passou o filme "As Pontes de Madison County".

Gostava um dia de escrever sobre este filme, a fabulosa Meryl Streep, a sensibilidade dos filmes realizados por Clint Eastwood, e a história de uma cruel dilema.
Hoje não estou para ai sintonizado...



Este filme ajuda a entender que, por vezes, não se trata apenas de escolher aquilo que gostamos ou que queremos. Que as hesitações, os medos, as indefinições, os recuos e demoras são baseados em sólidas fundações. E que cada pessoa é diferente da outra na sua personalidade e no seu universo.
(Claro que me lembrei de ti...)

8 comentários:

pinguim disse...

Infelizmente ainda não foi desta viz que vi este filme, tão falado e que tenho muita vontade de ver, nomeadamente pelas razões que apontas.
Vou ver hoje e gravar também na RTP 1 o "Coisa Ruim".
Abraço.

Tongzhi disse...

Já tinha visto o filme, é muito bom.
Também hoje eu falei de pontes, das pontes de Königsberg. É engraçado que quando se fala, em matemática, de algo que existe, os alunos empenham-se de uma maneira diferente!

Violeta disse...

Sócrates
este é um filme d eum peso enorme em mim, mais não digo.
Obrigada!

Socrates daSilva disse...

Pinguim,
É um grande filme, sejam quais forem as razões para vê-lo. Acima de tudo é sobre uma história de amor fantástica!
E viva também o cinema português!
Abraço!


Tongzhi,
Sobre a matemática, deixa-me dizer que isso aconteceu comigo. Numa altura tive necessidade de um explicador e esse senhor foi espectacular em me explicar o lado prático e funcional da matemática. Lembro-me muito dele, porque me fez gostar de matemática!
Abraço!


Violeta,
Não precisas. Creio que entendo!
Bjs

Maurice disse...

Sócrates,

Já te dei a minha opinião sobre este filme...:)

Abraço

Socrates daSilva disse...

Maurice,
E que coisa tão bonita disseste...
:-)

Abraço!

Vasco Matos disse...

A memória que guardo deste filme é não o ter conseguido ver, não gostei.

Socrates daSilva disse...

Vasco,
Ainda bem que há filmes para todos os gostos.
:-)

Abraço!